O iPhone 4 – nova sensação da Apple – recebeu a homologação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nesta segunda-feira.
Lançado em 24 de junho nos Estados Unidos, o aparelho já pode ser vendido no Brasil. No final de julho, a lista de países que oferecem o iPhone aumentou em mais 17 localidades, mas o mercado brasileiro ficou de fora.
As operadoras Claro, Tim e Vivo afirmam que a Apple ainda não divulgou uma data específica para o lançamento do aparelho no mercado brasileiro. Mas certamente o lançamento vai correr até o final do ano.
A homologação de smartphones e celulares inclui testes feitos em laboratórios envolvendo itens como: qualidade da bateria, proteção acústica, de proteção a choque elétrico e emissão de radiação.
Hollywood está de olho na trajetória de sucesso dos fundadores do Google, Sergey Brin e Larry Page. O filme será baseado na adaptação do livro “Googled”, do autor Ken Auletta, que, de acordo com o blog Deadline, já vendeu os direitos de adaptação do seu livro, comprados pelos produtores Michael London e John Morris.
O Facebook também ganhará um longa-metragem – que estreia nos cinemas brasileiros no dia 3 de dezembro – e conta a história de um grupo de amigos da universidade de Harvard que briga pela autoria de criação da rede social.
A maior rede social do mundo – o Facebook – criou uma nova tecnologia para aumentar a ligação entre a vida virtual e o mundo real, o Places.
Com esse aplictivo, será possível rastrear a localização dos amigos pelo site, informar a localização, descobrir onde estão os amigos, serviços e eventos. Também terá a versão para o iPhone, ou pela versão móvel da rede social em celulares com tela sensível ao to que. Quando um usuário avisa que está em determinado lugar – seja um restaurante ou um parque – uma mensagem é enviada para sua lista de atualizações. Também será possível procurar onde estão seus amigos em determinado momento.
Para os usuários, uma facilidade. Para os serviços – restaurantes, lojas, farmácias e afins – mais uma opção de investimento em publicidade. As oportunidades são amplas nessa área e já atraíram empresas como o Google e o Yelp. O Facebook, no entanto, afirmou que não tem planos imediatos de buscar essas oportunidades de receita.
O Foursquare e o Gowalla já anunciaram que vão trabalhar junto com o Facebook para que seus ser serviços funcionem integrados ao Places. Desde o lançamento – em marco de 2009 – o Foursquare já alcançou 2,7 milhões de usuários e recebeu investimentos de US$ 20 milhões em junho e já rechaçou tentativas de compra do próprio Facebook e do Yahoo.
Agências de design e publicidade na internet são como pizzarias.
O Planejamento prepara o cardápio, cria e busca referência de novos sabores. O Atendimento pega o pedido do freguês e passa para a cozinha. Designers fazem a massa, o tamanho e o sabor de acordo com o pedido do freguês.
Redatores colocam o tempero que faltava.
Desenvolvedores esquentam o forno e cozinham a pizza.
Devolvem para o Atendimento, que entrega a pizza quentinha na casa do freguês.
Se o Facebook fosse um país, seria o terceiro maior do mundo.
1 China | 2 Índia | 3 Facebook | 4 Estados Unidos | 5 Indonésia | 6 Brasil | 7 Paquistão | 8 Bangladesh.
O título do post que inspirou esse post no Casulo: “Why Social Media Gaming is Big Business for Your Business” (Por que os jogos das mídias sociais são um grande negócio para o seu negócio) é a grande chave das empresas (não apenas da área de comunicação) que desejam expandir a popularidade de sua marca, vida longa, investimento e lucro.
O Social Media Examiner publicou uma notícia boa para as empresas que desenvolvem jogos para as redes sociais, como o Farmville, Crazy Planetas e Mafia Wars. Distribuídos e compartilhados nas redes sociais por meio de convites, os jogos sociais – Gaming Social – não são muito diferentes dos tradicionais jogos online. Com foco no entretenimento e mecânica simples, esses jogos se tornaram sucesso garantido. Tanto para os usuários, quanto para o bolso de quem desenvolve.
As redes sociais estão de portas abertas àqueles que pretendem entrar com o pé direito no mundo da tecnologia em constante transformação.
Fonte:
Social Media Examiner | http://www.socialmediaexaminer.com/
Grafite é expressão, é arte, é cultura. Principalmente nos muros das cidades de Madri, Lisboa, Londres, Paris, e por aí vai… Cada vez mais conhecido na Europa, o artista REMED pinta verdadeiras esculturas nas paredes do velho continente.
Cores combinadas com o visual e a cultura das cidades são marca registrada da arte de REMED.
[post original do Bistrô Cultural | http://bistrocultural.com/]
Uma viagem pelo mundo em três semanas gerou um vídeo de 80 segundos. Patrocinados pela Sony, franceses registraram – com uma câmera digital Cyber-Shot HX5V – uma rota que inclui as cidades de Londres, Mumbai, Hong Kong, Tóquio, São Francisco e Nova York.
No início desse mês, terminou a edição 2010 do maior festival de animação brasileiro, o Anima Mundi. As cidades do Rio de Janeiro e São Paulo anunciaram seus premiados.
No destaque, o curta-metragem brasileiro em stop motion “Eu queria ser um monstro” (Marão). Vencedor no Júri Popular como Melhor Curta-Metragem Brasileiro no Rio de Janeiro (1° lugar) e em São Paulo (3° lugar).
Chega no mercado em outubro o mais novo lançamento da Sony: câmeras digitais Cyber-Shot 3D. Nos modelos DSC-WX5 e DSC-TX9, e também a linha NEX-3, estreante no segmento semiprofissional da marca.
A DSC-WX5 fotografa em 3D com apenas uma lente. Sua grande angular é de 24mm f/2.4 (equivalente a 35mm) A máquina vem equipada com sensor Exmor R CMOS, que permite fotos com o dobro da sensibilidade das convencionais, realçando cor e detalhes. A câmera também permite tirar fotos panorâmicas com apenas um disparo: Basta mover a câmera - da esquerda para a direita, ou de cima para baixo – que ela cria uma foto sem emendas. Com relação aos vídeos, ela grava em formato AVCHD (1920 x 1080, 60i).
Já a TX9, de 12.2MP, vem com lente grande angular de 25mm e o mesmo sensor Exmor R CMOS, mas num corpo com design ultrafino. Grava em AVCHD e possui compressão MPEG-4 AVC e H.264, que permite reduzir o tamanho dos arquivos de vídeo sem comprometer a qualidade da imagem.
A NEX-3 está no meio do caminho entre a linha profissional Alpha e a amadora Cybershot. Com lentes intercambiáveis (compatíveis com as da Alpha), tem o corpo compacto e recursos sofisticados. Conta com as funções i.Auto e D-Range Optimizer, que analisam a cena e fazem ajustes de forma automática. O modelo também traz a possibilidade de fazer todas as regulagens manualmente, como nas profissionais, o que permite trabalhar com mais calma a foto.
Ainda não se sabe a disponibilidade dessas ‘maquininhas’ no Brasil. No site da Sony.co.uk/, já é possível encomendar por £299.00, incluindo frete.
Eu até ia falar sobre um outro assunto hoje, mas depois da notícia que acabei de ler vou deixar pra amanhã. Não, calma, não é nada bombástico a ponto de você sentir calafrios. Preparado? Vamos lá!
O Google Wave morreu.
Sim, mas antes que as lágrimas começem a rolar, calma! Fragmentos de seu corpo tecnológico serão aproveitados por outros sistemas do gigante do vale do Silicio. A decisão foi anunciada hoje no blog oficial do Google. Segundo Urs Hölzle, que é o vice-presidente de operações, a empresa não vai dedicar tempo no desenvolvimento do Wave como produto, pois ele não conseguiu alcançar a audiência esperada. Ainda sim, a ferramenta ficará disponível até o fim do ano que vem.
Sinceramente acredito que parte dessa não popularidade do Google Wave se deve ao fato que desde o início, apesar de carregar conceitos muito bacanas, ela (a ferramenta) não era intuitiva o bastante para fomentar o uso. E mais, os usuários, mesmo os experientes com boa vontade, penavam para compreender o emaranhado de recursos oferecidos. Triste, mas é verdade.
No posto do Google diz que o Wave vai ter partes do código reaproveitados em outros produtos da empresa e outras partes já até viraram projetos de código aberto. Essa reciclagem de produto poderia ter garantido alguns pontinhos com o Greenpeace, se a organização levasse em conta a reciclagem de bits.
Foi bom enquanto durou. O Google Wave, assim como o Lively (outro projeto que usei bastante) tinha muito potencial, mas esbarrou na popularização e acabaram não emplacando.