Peraí, o que é isso? Da Google? Eu quero! Essa é a pergunta padrão que ouço toda vez que ofereço convites para o Google Wave (ainda em beta fechado). Bom, é natural que as pessoas estejam confusas, pois a ferramenta é realmente complicada à primeira vista. Vou tentar passar por aqui as impressões da minha experiência até hoje. Talvez assim fique menos complicado de entender o seu potencial.
Vamos pelo começo! Que a Google é uma potência, quando se fala em internet, ninguém discute. Qualquer coisa que eles lançam, ou fazem menção, o frenesi é automático: uma enxurrada de tweets, reviews, furos de reportagem…
Ufa! Mas, como toda megacorp, garantir sucesso pleno de todos os seus produtos não é uma verdade plena. Duvida? Basta lembrar do extinto Lively, o projeto com a pegada parecida com o fenômeno passageiro (pelo menos aqui no Brasil) chamado Second Life. Alguém aí ouviu falar desse projeto?
Quer mais? Leia a matéria na íntegra publicada no blog da Revista WebDesign, clicando aqui.
Eu (Kaus Midia) e o Marcelo Veloso (Oslo Mídia) e Ula Amaral (Oslo Mídia) fomos lá em sampa no escritório do Google aqui no Brasil fazer um mini-treinamento sobre configurações e boas práticas para utilização do conhecido (e muito útil) Google Analytics. Bom, conversa vai, conversa vem e acabamos extraído muitas coisas úteis e tiramos muitas dúvidas a respeito da ferramenta e as possíveis personalizações para extração correta dos dados capturados pelo Analytics (GA, para os íntimos).
A primeira parte do resultado das nossas conclusões está abaixo, uma explicação bem bacana feita pelo Marcelo Veloso falando sobre redirecionamentos, subdominios e como o GA se comporta diante dessas situações.

Redirects, Sub-domínios e o Analytics
O redirect ou redirecionamento é uma ação automática que encaminha o visitante de uma página para outra, num endereço (URL) diferente. A maneira mais simples de redirecionar é usando a meta tag refresh, que possibilita orientar ao navegador (browser) a ação de transferir o visitante para uma URL determinada. Este método funciona para conduzir a navegação dos internautas, mas softwares como robôs de busca e sistemas de análise de tráfego (webanalitycs) interpretam códigos de maneira diferente de humanos. A meta tag refresh não é uma mensagem vinda direta do servidor web para os navegadores e outros sistemas, por isto não é o método mais indicado.
Quando nossos navegadores requisitam uma página ao servidor, ele recebe um código de resposta. Os códigos mais conhecidos são o erro 500 que é um erro do servidor e o 404 de página não encontrada. Além destes, existem os códigos de redirecionamento, que permitem que o servidor informe que uma página mudou de lugar.
Suponha que você tenha um site http://www.dominio.com e queira criar um redirecionamento para que toda visita seja automaticamente redirecionada para http://www.dominio.com.br/site/. Se o robô de busca não for capaz de seguir o redirecionamento, ele interpreta que http://www.dominio.com não tem conteúdo, e o site acabaria por ser muito mal classificado no ranking dos mecanismos de busca.
No que se refere ao acompanhamento via Google Analytics, isto também é um complicador. O GA normalmente analisa a atividade de um visitante no período de uma visita, e dentro de um mesmo domínio. Se o usuário sai de “dominio.com.br/pagina1″ para “subdominio2.dominio.com.br”, o GA encerra uma visita onde ele estava e abre uma nova na página seguinte. O fluxo de navegação é perdido a menos que o Google Analytics seja configurado especialmente para “saber” isto. Se cada página tiver o script de uma conta diferente do Analytics, a situação ainda é mais delicada.
É isso aí!
Bom, quer saber mais sobre análise de mídias sociais, adwords e análise dados? Dá um pulo lá no site da Oslo, tem várias paradas bacanas. Recomendadíssimo.
Link: http://www.oslomidia.com e http://www.kaus.com.br (que tá de site novo \o/)
Abração
É galerinha, mais um gigante da internet que se rende ao nosso amigo Twitter (que recentemente recebeu um singelo investimento de 68 mi de doletas, pouquinho não?).
O @google estréia com 4 posts e nada mais nada menos que mais de 13 mil seguidores (e contando…)
É só dar um confere follow, pra ouvir o que a galera do Silicon Valley anda dizendo por aí.

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