Bem vindo. Este é um blog de novas idéias e tudo que vier à cabeça

dicas-killer

A gente que desenvolve site fica sempre catando listinhas de dicas pra auxiliar o nosso trabalho, eu mesmo sempre to dando uma olhada na Smashing Magazine que volta e meia publica umas dicas iradas. Bom, eu também sempre quis fazer a minha, sabe esse espírito de querer compartilhar conhecimento realmente faz um bem danado. :P

Mas vamo parar de blabla, e direto pro o que interessa. Eu preparei uma listinha baseada num estudo que a gente aqui da Kaus, são coisas teoricamente simples mas que uma vez aplicada no projeto, cara, é batata. Sucesso total. Mas diferente de outras listas similares que você pode encontrar na web por aí, vou tentar não me prender às ações técnicas e sim na visão do projeto web como um todo.

1) Aplicações de SEO (Search Engine Optimization)

Acho que ultimamente é um dos termos mais comentados na web. SEO para os menos entendidos são um conjunto de técnicas e métodos de acompanhamento de um site, da construção à publicação. SEO é pra vida toda. Sim, ele é.
Aqui você pode obter informações bacanas sobre o assunto.

2) Técnicas de usabilidade na navegação

Aqui temos o calcanhar de Aquiles de 80% (tô chutando, tá? Mas é quase isso…) dos projetos web que estão hoje publicados na rede que encontramos por aí. Muito negligenciado o assunto de nome bonito cuida de um assunto igualmente bonito, que é a experiência do usuário. Mas aí a wikipédia explica melhor do que eu.

“usabilidade normalmente se refere à simplicidade e facilidade com que uma interface, um programa de computador ou um website pode ser utilizado.” (wiki: http://pt.wikipedia.org/wiki/Usabilidade)

3) Estudo da arquitetura de informação para o melhor uso do conteúdo

Taí outro assunto que a galera se esquece, informação organizada. Bom, em pouquissímas palavras é isso que a Arquitetura de Informação é (ou deve ser). Um site com um pouco mais de 5 páginas de links tem um grande potencial pra virar uma grande bagunça.

Aqui tem uma matéria bacana sobre o assunto.

4) Utilização de ferramentas webanalytics (Google Analytics, ou outra de sua preferência)

Bom, o motivo é simples, você implementa as melhorias, consequentemente você quer ver os resultados. É aí que o webanalytics entra em ação.

aqui o link bacana que eu separei.

5) Campanha online

Eu já até ouvi gente dizer que publicidade na internet não dá em nada, mas pelo que eu vejo aqui no trampo não é verdade isso. Já fizemos umas comparações de projetos com e sem campanhas e é impressionante o resultado. Uma vez bem planejada por uma equipe que conhece bem do assunto uma ação dessa pode fazer crescrer muito mais que 100% do número absoluto de visitas de um projeto web. Vale link patrocinado, Banner, e o novato Cros-Content, pra fisgar mais visitantes (usuários) para seu projeto.

Mas aí você vai ficar se perguntando, como é que eu vo saber se a campanha que eu fiz deu (ou tá dando certo)? Ow! Tags pô! Lembra do WebAnalytics, que eu falei lá em cima? Então, são ferramentas como elas que se faz mensuração (essencial) de resultados de onde, como o usuário chegou ao seu site e mais importante, se gerou cliques (ou conversões para os entendidos).

6) Análise de comportamento da marca nas Redes Sociais

Sabe aquele ditado: “Falem mal mas falem de mim?” (hahauhaua) pois bem aqui está a importância desse tipo de análise, pois depois de tantas ações (campanhas, seo, usabilidade, arquitetura…) a repercussão é consequencia. E hoje em dia com o crescimento de redes sociais (como o Orkut, Twitter, Facebook…), não é muito dificil de você encontrar um camarada falando do seu site pro outro no Twitter por exemplo. O pulo do gato é saber absover críticas e elogios em soluções e ações para estreitar o relacionamento com o cliente, usuário ou visitante, e já tá mais do que comprovado que marca que conhece seu público só tem a ganhar.

Bom, acho que é isso. Se você, concorda ou descorda de algum item, vai lá, toma coragem e comenta aí embaixo. ;)

Abs.

Comente este post | warmachine | 13 de maio de 2009

Eu (Kaus Midia) e o Marcelo Veloso (Oslo Mídia) e Ula Amaral (Oslo Mídia) fomos lá em sampa no escritório do Google aqui no Brasil fazer um mini-treinamento sobre configurações e boas práticas para utilização do conhecido (e muito útil) Google Analytics. Bom, conversa vai, conversa vem e acabamos extraído muitas coisas úteis e tiramos muitas dúvidas a respeito da ferramenta e as possíveis personalizações para extração correta dos dados capturados pelo Analytics (GA, para os íntimos).

A primeira parte do resultado das nossas conclusões está abaixo, uma explicação bem bacana feita pelo Marcelo Veloso falando sobre redirecionamentos, subdominios e como o GA se comporta diante dessas situações.

Google Analytics

Redirects, Sub-domínios e o Analytics

O redirect ou redirecionamento é uma ação automática que encaminha o visitante de uma página para outra, num endereço (URL) diferente. A maneira mais simples de redirecionar é usando a meta tag refresh, que possibilita orientar ao navegador (browser) a ação de transferir o visitante para uma URL determinada. Este método funciona para conduzir a navegação dos internautas, mas softwares como robôs de busca e sistemas de análise de tráfego (webanalitycs) interpretam códigos de maneira diferente de humanos. A meta tag refresh não é uma mensagem vinda direta do servidor web para os navegadores e outros sistemas, por isto não é o método mais indicado.

Quando nossos navegadores requisitam uma página ao servidor, ele recebe um código de resposta. Os códigos mais conhecidos são o erro 500 que é um erro do servidor e o 404 de página não encontrada. Além destes, existem os códigos de redirecionamento, que permitem que o servidor informe que uma página mudou de lugar.

Suponha que você tenha um site http://www.dominio.com e queira criar um redirecionamento para que toda visita seja automaticamente redirecionada para http://www.dominio.com.br/site/. Se o robô de busca não for capaz de seguir o redirecionamento, ele interpreta que http://www.dominio.com não tem conteúdo, e o site acabaria por ser muito mal classificado no ranking dos mecanismos de busca.

No que se refere ao acompanhamento via Google Analytics, isto também é um complicador. O GA normalmente analisa a atividade de um visitante no período de uma visita, e dentro de um mesmo domínio. Se o usuário sai de “dominio.com.br/pagina1″ para “subdominio2.dominio.com.br”, o GA encerra uma visita onde ele estava e abre uma nova na página seguinte. O fluxo de navegação é perdido a menos que o Google Analytics seja configurado especialmente para “saber” isto. Se cada página tiver o script de uma conta diferente do Analytics, a situação ainda é mais delicada.

É isso aí!

Bom, quer saber mais sobre análise de mídias sociais, adwords e análise dados? Dá um pulo lá no site da Oslo, tem várias paradas bacanas. Recomendadíssimo.

Link: http://www.oslomidia.com e http://www.kaus.com.br (que tá de site novo \o/)

Abração

Comentários (1) | warmachine | 7 de maio de 2009

Finalmente chega ao Brasil em dois volumes os 46 capítulos do seriado Jaspion. “A série de única temporada (1985) do gênero tokutsatsu (seriados japoneses com efeitos especiais), curiosamente, assim como “National Kid”, não fez sucesso em sua terra natal, mas tornou-se febre no Brasil.” [Rubens Ewald Filho]


jaspion1

Comentários (1) | matrix | 6 de maio de 2009

blueprint-img

Algum de vocês já deve ter o link ou já deve ter ouvido falar sobre esse conjunto de arquivos que compõe o framework css para desenvolvimento de páginas html. A primeira pergunta que me fazem quando falo sobre ele é: como assim, framework de css? Eu explico (ou vou tentar).

Sabe quando você projeta todo o layout do site em Tableless e corre pro Firefox com sua espetacular ferramenta de debug (Firebug), ajusta todo o código CSS (lindo!), e se dá por satisfeito. Aí se lembra que tem o temido Internet Explorer e suas compilações loucas de estilos, que normalmente bagunça mais do que ajuda. Então, o Blueprint veio pra auxiliar-nos, pobres web designers ou desenvolvedores, a minimizar o trabalho braçal que é adaptar um projeto para que ele seja cross-browser.

O mais bacana de tudo isso é que o Blueprint não só dá esse help, mas também auxilia na criação de formulários, grids, versões para impressão e etc. E junto do pacote ainda vai um script escrito em Ruby para compactação e customização do código CSS usado no projeto.

Pra quem não quer mais gastar muito tempo em desenvolvimento HTML, fica aí a dica.

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Achei um post bacana na WebAtomic sobre o LiveCycle um serviço beta da Adobe que promete dar mais uma chacoalhada no mercado de CC (cloud computing). Abaixo, na íntegra:

Não é só a Microsoft que investe na computação nas nuvens.

A Adobe lançou para um pequeno número de desenvolvedores o LiveCycle ES (Express) na internet hospedado no Amazon Web Services e disponibiliza um ambiente onde os desenvolvedores podem criar protótipos, programar e testar aplicações do LiveCycle sem a necessidade de ter uma estrutura local.

Confira mais site do LiveCycle ES.

Publicado originalmente em Webatomic por Marcos Lavorato.

Comente este post | warmachine | 4 de maio de 2009






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