Mais uma atualização no melhor sistema de buscas online do mundo. O Google criou uma facilidade que economiza segundos do tempo do usuário e abre um leque de opções para os internautas mais indecisos!
Com o nome de Google Instant, os resultados da pesquisa na tela são renovados e mudam enquanto o usuário segue teclando as letras adicionais das palavras pesquisadas.
Faça o teste aqui: http://migre.me/1cR2R
(Clique no botão azul – “Try It Now” – no canto superior direito)
Se você quiser saber mais, veja esse vídeo com explicações:
O novo sistema já está disponível para os Estados Unidos e, em breve, para Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e Rússia que possuem Google Chrome, Mozilla Firefox, Safari e Internet Explorer 8.
Os demais internautas só poderão acessar o Google Instant se estiverem logados em alguma conta do Google. O objetivo da empresa é oferecer, nos próximos meses, o serviço para um maior número de localidades.
A Dell marcou sua entrada no concorrido mercado de smartphones dos Estados Unidos neste mês de agosto com o Aero, aparelho Android com tela de 3,5 polegadas que será vendido a US$100 pela operadora AT&T.
O Aero é um dos smartphones mais leves do mercado norte-americano, e irá operar o software Flash, da Adobe Systems, um destaque da Dell frente à Apple, concorrente direto da Dell.
Conforme estudos do iSupp, o mercado global de smartphones deve crescer 36%, o que representa 247 milhões de unidades em até o final de 2010.
O iPhone 4 – nova sensação da Apple – recebeu a homologação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nesta segunda-feira.
Lançado em 24 de junho nos Estados Unidos, o aparelho já pode ser vendido no Brasil. No final de julho, a lista de países que oferecem o iPhone aumentou em mais 17 localidades, mas o mercado brasileiro ficou de fora.
As operadoras Claro, Tim e Vivo afirmam que a Apple ainda não divulgou uma data específica para o lançamento do aparelho no mercado brasileiro. Mas certamente o lançamento vai correr até o final do ano.
A homologação de smartphones e celulares inclui testes feitos em laboratórios envolvendo itens como: qualidade da bateria, proteção acústica, de proteção a choque elétrico e emissão de radiação.
Se o Facebook fosse um país, seria o terceiro maior do mundo.
1 China | 2 Índia | 3 Facebook | 4 Estados Unidos | 5 Indonésia | 6 Brasil | 7 Paquistão | 8 Bangladesh.
O título do post que inspirou esse post no Casulo: “Why Social Media Gaming is Big Business for Your Business” (Por que os jogos das mídias sociais são um grande negócio para o seu negócio) é a grande chave das empresas (não apenas da área de comunicação) que desejam expandir a popularidade de sua marca, vida longa, investimento e lucro.
O Social Media Examiner publicou uma notícia boa para as empresas que desenvolvem jogos para as redes sociais, como o Farmville, Crazy Planetas e Mafia Wars. Distribuídos e compartilhados nas redes sociais por meio de convites, os jogos sociais – Gaming Social – não são muito diferentes dos tradicionais jogos online. Com foco no entretenimento e mecânica simples, esses jogos se tornaram sucesso garantido. Tanto para os usuários, quanto para o bolso de quem desenvolve.
As redes sociais estão de portas abertas àqueles que pretendem entrar com o pé direito no mundo da tecnologia em constante transformação.
Fonte:
Social Media Examiner | http://www.socialmediaexaminer.com/
Chega no mercado em outubro o mais novo lançamento da Sony: câmeras digitais Cyber-Shot 3D. Nos modelos DSC-WX5 e DSC-TX9, e também a linha NEX-3, estreante no segmento semiprofissional da marca.
A DSC-WX5 fotografa em 3D com apenas uma lente. Sua grande angular é de 24mm f/2.4 (equivalente a 35mm) A máquina vem equipada com sensor Exmor R CMOS, que permite fotos com o dobro da sensibilidade das convencionais, realçando cor e detalhes. A câmera também permite tirar fotos panorâmicas com apenas um disparo: Basta mover a câmera - da esquerda para a direita, ou de cima para baixo – que ela cria uma foto sem emendas. Com relação aos vídeos, ela grava em formato AVCHD (1920 x 1080, 60i).
Já a TX9, de 12.2MP, vem com lente grande angular de 25mm e o mesmo sensor Exmor R CMOS, mas num corpo com design ultrafino. Grava em AVCHD e possui compressão MPEG-4 AVC e H.264, que permite reduzir o tamanho dos arquivos de vídeo sem comprometer a qualidade da imagem.
A NEX-3 está no meio do caminho entre a linha profissional Alpha e a amadora Cybershot. Com lentes intercambiáveis (compatíveis com as da Alpha), tem o corpo compacto e recursos sofisticados. Conta com as funções i.Auto e D-Range Optimizer, que analisam a cena e fazem ajustes de forma automática. O modelo também traz a possibilidade de fazer todas as regulagens manualmente, como nas profissionais, o que permite trabalhar com mais calma a foto.
Ainda não se sabe a disponibilidade dessas ‘maquininhas’ no Brasil. No site da Sony.co.uk/, já é possível encomendar por £299.00, incluindo frete.
O Socialnomics (http://socialnomics.net/), especializado em pesquisar tendências das redes sociais e seus efeitos na sociedade, publicou um vídeo interessante (e atualizado) no Youtube sobre o crescimento do Twitter, Facebook, Youtube, Wikipedia, e por aí vai.
O Casulo traduziu o vídeo de inglês pra português. Dá uma olhada. O texto é grande, mas vale passar o olho pra ter uma ideia do quanto as redes sociais se tornaram importantes nas nossas vidas, nas nossas escolhas, no nosso ambiente social e profissional.
A trilha é ´Right Here, Right Now´, de Fat Boy Slim. No ritmo e na letra, tudo a ver.
Revolução das Mídias Sociais (Refresh)
As redes sociais são passageiras?
Ou elas são a maior mudança depois da Revolução Industrial?
Bem – vindo à Revolução.
Cerca de 50% da população mundial está na faixa dos 30 anos. 96% das pessoas no mundo todo têm algum contato com o mundo virtual.
Por semana, o Facebook é mais acessado que o Google. O uso das redes sociais ultrapassaram a pornografia na internet.
De 8 casais nos Estados Unidos, pelo menos 1 se conheceu por meio das redes sociais.
Anos para alcançar 50 milhões de usuários: Rádio: 38 anos | Televisão: 13 anos | Internet: 4 anos | iPod: 3 anos.
Facebook adicionou 200 milhões de usuários em menos de um ano. Os downloads de aplicativos no iPod chegaram a 1 bilhão em 9 anos.
“Nós não temos escolha se nós usamos as redes sociais, a questão é como nós usamos.” Erik Qualman.
Se o Facebook fosse um país, seria o terceiro maior do mundo. 1 China | 2 India | 3 Facebook | 4 Estados Unidos | 5 Indonésia | 6 Brasil | 7 Paquistão | 8 Bangladesh
Um estudo do Departamento de Educação do governo dos Estados Unidos revelou que os alunos se sentem mais confortáveis recebendo instruções online do que pessoalmente. 80% das companhias usam as redes sociais para recrutamento. E desses, 95% são do LinkedIn. O público-alvo que mais cresce no Facebook é o de mulheres entre 55-65 anos.
Ashton Kutcher e Britney Spears tem mais seguidores no Twitter do que toda a população da Suécia, Israel, Suíça, Irlanda, Noruega e Panamá. 50% da internet móvel do Reino Unido é usada para acesso ao Facebook. Imagine o que isso significa para más experiências dos clientes.
A geração Y e Z consideram o e-mail um artigo do passado.Algumas universidades já pararam de distribuir contas de e-mails aos acadêmicos. Agora estão distribuindo eReaders, iPad e Tablets.
O que acontece em Las Vegas fica no Facebook, no Twitter, no Renren.com, no B Kohtakte, no Flickr, no YouTube. O YouTube é o segundo maior mecanismo de pesquisa do mundo. Enquanto você assiste isso, mais de 100 horas de vídeo são baixados no YouTube.
Wiki é um termo havaiano: Quick. Wikipedia tem cerca de 15 milhões de artigos. Estudos mostram que todos os artigos estão tão corretos quando a Enciclopédia Britânica. 78% desses artigos não são em Inglês. Se você ganhasse 1 dólar para cada artigo postado no Wikipedia, você ganharia 1,721.32, 00 dólares por hora.
Existem cerca de 200.000.000 blogs. 25% dos resultados de pesquisa para o Top World’s 20 das maiores marcas são links para o usuário gerar conteúdo. 34% das opiniões postadas por blogueiros são sobre produtos e marcas.
Você gosta do que eles estão falando sobre a sua marca? Você é melhor. Pessoas se preocupam mais com o seu gráfico social de serviços e produtos do que com o seu ranking no Google. 78% dos consumidores confiam em recomendações. Apenas 14% confiam em propaganda. Apenas 18% da campanhas tradicionais de TV geram um positivo retorno no investimento. 90% das pessoas pulam as propagandas via TiVo / DVR.
O Kindle vendeu mais que livros de papel no último Natal. 24 dos 25 maiores jornais impressos do mundo estão passando por um declínio de circulação. 60 milhões de status são postados no Facebook diariamente.
Nós não buscamos a notícia, a notícia é que nos acha. Nós não vamos mais à procura de produtos e serviços. Eles vão nos encontrar via redes sociais. As redes sociais não são uma mania, são fundamentais na forma de se comunicar. Companhias de sucesso agem mais como Dale Carnegie a menos como Mad Men. Escutando primeiro, vendendo em segundo.
Ainda acha que a mídia social é uma mania? Bem vindo ao mundo Socialnomics.
Você está preparado?
Peraí, o que é isso? Da Google? Eu quero! Essa é a pergunta padrão que ouço toda vez que ofereço convites para o Google Wave (ainda em beta fechado). Bom, é natural que as pessoas estejam confusas, pois a ferramenta é realmente complicada à primeira vista. Vou tentar passar por aqui as impressões da minha experiência até hoje. Talvez assim fique menos complicado de entender o seu potencial.
Vamos pelo começo! Que a Google é uma potência, quando se fala em internet, ninguém discute. Qualquer coisa que eles lançam, ou fazem menção, o frenesi é automático: uma enxurrada de tweets, reviews, furos de reportagem…
Ufa! Mas, como toda megacorp, garantir sucesso pleno de todos os seus produtos não é uma verdade plena. Duvida? Basta lembrar do extinto Lively, o projeto com a pegada parecida com o fenômeno passageiro (pelo menos aqui no Brasil) chamado Second Life. Alguém aí ouviu falar desse projeto?
Quer mais? Leia a matéria na íntegra publicada no blog da Revista WebDesign, clicando aqui.
Como com certeza acredito que muitos desenvolvedores perdem um bom tempo tentando desvendar os mistérios ocultos da programação, principalmente quando o mouse wheel do Flash não está funcionando nos browsers… Aí vai uma sugestão:
Tentem retirar o wmode do código Embed do HTML gerado pelo Flash, caso seja possível, e muito provavelmente seus problemas acabaram.
Tá perdido ainda? Calma, eu explico exemplifico:
Caso você esteja usando o EMBED padrão do Flash:
// remova a linha abaixo
<param name="wmode" value="transparent" />
Havia preparado o texto para explicação para um cliente, mas achei ,mesmo batido , ainda tão relevante o assunto que publicar por aqui não é nada mal, ainda mais que esse blog está às traças… Uma pena, mas isso é resultado de muito trabalho. E enquanto tem trabalho, está bom demais!
Primeiro, o conceito
O site construido usando Tableless usa as tags do HTML respeitando os seus valores semânticos (de acordo com suas definições pelo órgão regulador W3C).
Além disso, uma vez a web 2.0 sendo uma encorajadora do uso dos padrões web para o desenvolvimento, por que o Tableless, que é um técnica e não uma linguagem que surgiu junto com o amadurecimento da web.
Sendo assim as vantagens, que são inúmeras, contribui para a construção do site que é feita uma melhor separação das camadas de desenvolvimento: apresentação, negocio e estrutura. Facilitando principalmente a leitura entre-navegadores (Cross-Browser) e, no caso do SEO, na interpretação do código pelas ferramentas de busca. Estas últimas “enxergam” o código apenas na camada de conteúdo, não considerando as outras camadas de desenvolvimento o que contruibui largamente na classificação do conteúdo e na mensuração de sua relevência perante às buscas.
Mas na prática, quais as diferenças entre TABLE e TABLELESS ?
Com a utilização das tabelas o site tende a tornar-se mais lento, pois os arquivos ficam mais pesados devido a um número maior de tags que são utilizadas. Abaixo algumas comparações:
Table
_Tamanho de arquivo de 200 linhas: ~ 14Kb
_Consumo de banda a cada 100 visitantes: ~ 1.4 Mb
_Arquivo fica embaralhado e com muitas linhas desnecessárias
Tableless
_Tamanho de arquivo de 200 linhas: ~ 8Kb
_Consumo de banda a cada 100 visitantes: ~ 0.8 Mb
_Arquivo limpo e com menos linhas
EventDispatcher nada mais é que um evento de broadcast para configurar Listeners (objetos “escutadores”) que recebem o Evento e chamam a função associada a ele. Um exemplo: se você já usou a classe Key, dá pra ver que não é difícil adicionar um Listener a uma tecla enquanto você configura eventos, como onKeyDown, para ver se determinada tecla já foi acionada pelo usuário. Bom, mesmo se você nunca ouviu falar de EventDispatcher, há uma grande chance de já ter usado componentes e funções que utilizam o addEventListener, e não há dúvida de que você já usou a classe EventDispatcher sem saber. Bom, o objetivo desse mini-tutorial é explicar um pouco o que está por trás dos conceitos e como essa classe pode ser útil em seus projetos.
EventDispatcher possui um grupo de Listeners para cada evento que dá broadcast. Ele é bom quando você precisa de Listeners diferentes para diferentes eventos. Outra coisa que devemos notar é a habilidade do EventDispatcher de ter funções como parte de uma coleção de eventos. EventDispatcher é orientado a eventos, então você pode ter funções que serão chamadas uma vez que o evento é sinalizado ao seu broadcast.
EventDispatcher nada mais é que um evento de broadcast para configurar Listeners (objetos “escutadores”) que recebem o Evento e chamam a função associada a ele. Um exemplo: se você já usou a classe Key, dá pra ver que não é difícil adicionar um Listener a uma tecla enquanto você configura eventos, como onKeyDown, para ver se determinada tecla já foi acionada pelo usuário. Bom, mesmo se você nunca ouviu falar de EventDispatcher, há uma grande chance de já ter usado componentes e funções que utilizam o addEventListener, e não há dúvida de que você já usou a classe EventDispatcher sem saber. Bom, o objetivo desse mini-tutorial é explicar um pouco o que está por trás dos conceitos e como essa classe pode ser útil em seus projetos.
EventDispatcher possui um grupo de Listeners para cada evento que dá broadcast. Ele é bom quando você precisa de Listeners diferentes para diferentes eventos. Outra coisa que devemos notar é a habilidade do EventDispatcher de ter funções como parte de uma coleção de eventos. EventDispatcher é orientado a eventos, então você pode ter funções que serão chamadas uma vez que o evento é sinalizado ao seu broadcast.
Tá mas isso tudo junto? “Che facciamo, Ronaldo?”
Antes de começar a meter a mão na massa, você deve entender como o broadcast é incializado. Da maneira mais básica: EventDispatcher é simplesmente um container de métodos que são dados a uma instância de broadcasting quando essa é inicializada. Dando uma olhadinha nessa função estática, nós podemos ver como os objetos devem ser configurados para começar a sessão de broadcast.
Executando esse método (inicializar), nós vemos quatro métodos e uma instância do EventDispatcher, que é passada para o objeto que a função recebe como parâmetro. O objeto pode agora chamar esses métodos como se fossem deles – ou no seu escopo. Quando o evento de broadcast começa, o “broadcaster” inicia um loop através de todos os listeners daquele evento e então chama a função associada a ele.